Passos
Passos — não mais do que passos. A ouvir os teus brados, preso, atado em teus laços. Surge então um espaço, intacto, ali, onde havia um riacho. Iluminado pelo pranto, no alvor do desencanto. Tanto. Não me livro desse sentimento: intenso, esquálido, quase em descompasso. Que me domina e golpeia — certo que és aldeia. Na procura de um desmonte, zignal, praguejo. A perder-te de vista, de sorte que, em estado novel, eu terei vida.


